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Alimentação e foco escolar: qual é a relação?

A alimentação interfere diretamente na concentração, no ritmo de aprendizagem e no desempenho dos alunos ao longo do dia. Quando a criança ou o adolescente passa muitas horas em jejum, consome excesso de ultraprocessados ou se hidrata pouco, a tendência é haver mais oscilação de energia, cansaço, irritação e dificuldade para manter o foco nas atividades escolares. O efeito aparece no cotidiano com bastante clareza. Alunos que chegam à escola sem café da manhã ou que substituem refeições por produtos muito açucarados podem apresentar mais lentidão nas primeiras aulas, queda de atenção no meio do período e menor disposição para tarefas que exigem memória, leitura e raciocínio. Isso ocorre porque o cérebro depende de energia e de nutrientes para funcionar de forma adequada. O que o cérebro precisa para manter a atenção Embora represente uma parte pequena do peso corporal, o cérebro consome grande quantidade de energia. Na infância e na adolescência, quando o desenvolvimento cerebral ainda está em curso, essa demanda ganha ainda mais importância. Por isso, a qualidade da alimentação ajuda a explicar parte do rendimento escolar e da capacidade de concentração. Carboidratos complexos, presentes em alimentos como frutas, cereais integrais, legumes e pães menos refinados, ajudam a liberar energia de forma mais estável. Já proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais participam de processos ligados à memória, ao estado de alerta e ao funcionamento do sistema nervoso. Nutrientes como ferro, zinco e vitaminas do complexo B, por exemplo, têm papel relevante nesse processo. Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, em Sinop (MT), observa que a relação entre alimentação e aprendizagem costuma ser percebida na rotina escolar: “Quando a alimentação é desorganizada, isso muitas vezes aparece na atenção, no humor e até na disposição para acompanhar as aulas”. A hidratação também merece atenção. Mesmo quadros leves de desidratação podem favorecer dor de cabeça, fadiga e dificuldade de foco. Em muitas situações, a queda de rendimento não está ligada apenas ao conteúdo escolar ou ao cansaço acumulado, mas também a um padrão alimentar pouco adequado para sustentar a rotina de estudos. Café da manhã e lanches fazem diferença Um dos pontos mais citados por especialistas quando o assunto é concentração é o café da manhã. Depois de horas de jejum durante a noite, o organismo precisa de energia para iniciar as atividades do dia. Quando essa refeição é ignorada, a chance de haver oscilação de atenção nas primeiras horas de aula tende a aumentar. Isso não significa que exista uma fórmula única, mas sim que vale priorizar combinações que ofereçam energia e saciedade. Frutas, cereais, pães, leite, iogurte, ovos e outras fontes simples de proteína costumam ajudar mais do que alimentos com muito açúcar e baixo valor nutricional. Ao longo do período escolar, lanches equilibrados também contribuem para evitar quedas bruscas de energia. O problema mais comum está no consumo frequente de refrigerantes, doces, salgadinhos e outros ultraprocessados. Esses produtos podem até gerar sensação rápida de disposição, mas costumam ser seguidos por sonolência, irritação ou dificuldade de manter o ritmo. Entre adolescentes, bebidas energéticas também exigem cuidado, porque podem afetar o sono, aumentar a ansiedade e prejudicar a recuperação do organismo. Família e escola observam sinais no dia a dia A alimentação equilibrada não depende apenas de uma refeição específica, mas de uma rotina. Horários muito irregulares, longos períodos sem comer e excesso de produtos prontos dificultam a manutenção de energia estável durante o dia. Em crianças e adolescentes, isso pode se refletir em desatenção, impaciência, queixas físicas e menor constância nos estudos. Nesses casos, a observação de adultos faz diferença. Se o aluno apresenta queda de concentração recorrente, vale analisar não só sono, uso de telas e rotina de estudos, mas também como está a alimentação. O problema pode aparecer, por exemplo, quando a criança sai de casa sem comer, leva lanches pouco nutritivos ou passa boa parte da semana consumindo alimentos de baixa qualidade. “Família e escola conseguem identificar mudanças de comportamento que às vezes passam despercebidas na correria do dia a dia”, destaca Cleunice Fernandes. Segundo ela, esse olhar conjunto ajuda a perceber quando a alimentação precisa entrar na conversa de forma mais objetiva. A escola contribui nesse processo ao tratar o tema de forma educativa e ao reforçar hábitos saudáveis na rotina. A família, por sua vez, segue como principal referência na formação do comportamento alimentar, porque organiza compras, horários e exemplos dentro de casa. Como melhorar a rotina alimentar sem radicalismo Na prática, melhorar a alimentação dos alunos não depende de medidas extremas, e sim de ajustes consistentes. Ter refeições em horários mais previsíveis, oferecer água com frequência e facilitar o acesso a alimentos in natura ou minimamente processados já ajuda a organizar melhor a rotina. Outro ponto importante é reduzir a ideia de que alimentação saudável precisa ser complicada. Em muitos casos, o que favorece a concentração é o básico bem feito: não pular refeições, evitar excesso de açúcar, combinar diferentes grupos alimentares e não transformar ultraprocessados em base da rotina. Planejamento também ajuda. Quando frutas, iogurtes, sanduíches simples e outras opções práticas estão disponíveis, fica mais fácil evitar escolhas impulsivas. Também vale observar períodos de maior exigência, como semanas de prova. Nessas fases, refeições muito pesadas, jejum prolongado e consumo excessivo de estimulantes podem atrapalhar mais do que ajudar. O organismo tende a responder melhor quando recebe energia de forma regular e equilibrada. Quando a alimentação vira questão de aprendizagem A relação entre alimentação e concentração não deve ser tratada como detalhe. Ela faz parte das condições concretas que influenciam o aproveitamento escolar. Um aluno pode ter boa rotina de estudos e acompanhamento adequado, mas ainda assim enfrentar dificuldade de foco se a base da alimentação estiver desorganizada. Por isso, o tema precisa ser entendido como parte do cuidado com o desenvolvimento. Quando família e escola prestam atenção aos hábitos alimentares, fica mais fácil perceber sinais, ajustar rotinas e criar condições melhores para que crianças e adolescentes acompanhem as atividades com mais estabilidade, energia e atenção.Para saber mais sobre alimentação, visite https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/uniopet/opet-inovacao-em-rede/noticia/2025/03/03/tendencia-em-alta-como-a-alimentacao-saudavel-e-os-exercicios-estao-transformando-o-estilo-de-vida-dos-jovens.ghtml e https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/noticias/2022/por-que-e-tao-importante-uma-alimentacao-adequada-e-saudavel-no-inicio-da-vida  


Data: 01/04/2026

Alunos do Colégio Anglo Alternativo constroem a Árvore da Paz

Os alunos do maternal (Educação Infantil) ao 5º ano (Ensino Fundamental I) participaram, em março, da construção coletiva da Árvore da Paz. A atividade integrou o projeto Cultura de Paz, realizado pelo Colégio Anglo Alternativo. A prática pedagógica foi liderada pelas coordenadoras Karina Christina, da Educação Infantil, e Nayane Negrão, do Ensino Fundamental. A proposta foi estimular, nos estudantes, valores como respeito, empatia e convivência saudável, por meio de reflexões sobre atitudes que contribuem para um ambiente escolar mais harmonioso e consciente. A Cultura de Paz preza por valores, atitudes e comportamentos baseados no respeito à vida, aos direitos humanos e à não violência. Para que essas ações aconteçam, entram em cena princípios que vêm por meio do diálogo, da cooperação e da mediação de conflitos, enfatizando uma convivência pacífica e sustentável. Árvore da Paz Na construção da Árvore da Paz do Colégio Anglo Alternativo, os pequenos da Educação Infantil tiveram suas mãos pintadas pelas professoras e, em seguida, “carimbadas” em papel. As marcas foram recortadas para simbolizar as folhas da Árvore da Paz, representando a participação e a identidade de cada criança na construção de um ambiente mais harmonioso. Os alunos do 1º ao 5º ano produziram círculos coloridos, nos quais escreveram frases e ações que promovem a paz no cotidiano escolar e na convivência em sociedade. Com a participação dos alunos e da equipe escolar, todos os elementos foram reunidos, e a árvore foi montada no pátio da escola, formando um painel coletivo cheio de significado. Após a montagem da Árvore da Paz, foi realizada uma roda de conversa com os alunos sobre atitudes que contribuem para relações mais respeitosas, empáticas e pacíficas dentro e fora da escola. Cultura de Paz Em tempos em que a sociedade se apresenta de forma tão conflituosa, recentemente marcada por guerras, a cultura de paz se faz necessária. Mas quando essa expressão foi ouvida pela primeira vez? O termo surgiu no final da década de 1980, durante a Conferência Internacional sobre a Paz na Mente dos Homens, realizada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A cultura de paz não é sinônimo de ausência de conflitos, mas isso não significa que o confronto deva ser alimentado. Pelo contrário, ela defende que é perfeitamente possível lidar, de forma pacífica, com ideias ou opiniões divergentes, permitindo que seus autores convivam de maneira respeitosa. Pilares da Cultura de Paz A Cultura de Paz está sustentada por seis pilares. São eles: • Respeito à vida: promover o respeito e a dignidade a todas as formas de vida, sem discriminação nem preconceito. • Rejeitar a violência: baseia-se na prática da não violência, repelindo-a em todas as suas formas (sexual, física, psicológica, econômica e social). • Ser generoso: refere-se ao compartilhamento de tempo e recursos materiais, promovendo a generosidade com o objetivo de eliminar a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica. • Ouvir para compreender: defende a liberdade de expressão e a diversidade cultural, priorizando a escuta e o diálogo. • Preservar o planeta: preza pelo consumo responsável e por um modelo de desenvolvimento que leve em consideração a importância de todas as formas de vida e o equilíbrio dos recursos naturais do planeta. • Redescobrir a solidariedade: contribuir para o desenvolvimento das comunidades por meio da participação das mulheres e do respeito aos princípios democráticos. Como a escola pode incentivar a Cultura de Paz Fomentar a cultura de paz nas escolas é um tema recorrente no ambiente escolar. Nesse contexto, as instituições de ensino têm um papel fundamental para que esse conceito saia do papel, ultrapasse os muros dos colégios e alcance a sociedade. A principal premissa é o diálogo, que deve estar no centro das relações. A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) traz, em suas competências, ações que auxiliam nesse trabalho, como a comunicação, o autoconhecimento, o autocuidado, a empatia, a cooperação, a responsabilidade e a cidadania. Roda de conversa A roda de conversa é um instrumento importante e bastante eficaz para promover a cultura de paz. Amplamente utilizada pelas escolas, ela atua como uma prática restaurativa, na qual as partes envolvidas em um conflito são ouvidas logo após o ocorrido. Na conversa restaurativa, todos os participantes ocupam a mesma posição: falam e ouvem os argumentos que levaram cada um a tomar determinada atitude que provocou o conflito. O objetivo é que esse atrito seja ressignificado e resolvido de maneira pacífica e respeitosa. A prática permite que um se coloque no lugar do outro, sensibilizando tanto o agressor quanto a vítima e os demais participantes, se houver. Para 2030, a ONU (Organização das Nações Unidas), criou uma Agenda que prevê a promoção de uma sociedade pacífica e inclusiva, reduzindo todas as formas de violência. Vivenciar, na escola e fora dela, uma cultura de paz é uma forma de contribuir para o cumprimento dessa Agenda.


Data: 30/03/2026

Como o sono afeta o comportamento dos alunos

A falta de sono costuma aparecer no cotidiano escolar de forma muito concreta. Crianças e adolescentes que dormem menos do que precisam podem apresentar irritação, dificuldade de concentração, oscilação de humor, cansaço logo no início do dia e menor disposição para participar das atividades. Quando esse quadro se repete, o sono deixa de ser apenas uma questão de descanso e passa a interferir diretamente no comportamento, no convívio e no rendimento dos alunos. Esse impacto nem sempre é percebido de imediato pelas famílias. Muitas vezes, a agitação, a impaciência ou a desatenção são tratadas como problemas isolados, quando podem estar relacionadas a noites mal dormidas ou a uma rotina pouco adequada para o descanso. Na infância e na adolescência, dormir bem é parte do desenvolvimento físico, emocional e cognitivo, porque é durante o sono que o organismo realiza processos importantes de recuperação e organização das informações recebidas ao longo do dia. O que muda no comportamento quando o descanso é insuficiente Um dos efeitos mais comuns da privação de sono é a alteração do humor. Alunos que dormem pouco tendem a ficar mais irritados, menos tolerantes a frustrações e com mais dificuldade para controlar impulsos. Em sala de aula, isso pode aparecer em respostas ríspidas, inquietação, dificuldade para esperar a vez de falar e menor capacidade de seguir combinados e regras. Também é comum que a falta de descanso prejudique a atenção sustentada. A criança até parece estar presente, mas encontra dificuldade para acompanhar explicações, concluir tarefas e manter foco por períodos maiores. Em adolescentes, o problema pode surgir como sonolência, lentidão, desinteresse aparente e queda no envolvimento com os estudos. Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT), observa que esse tipo de alteração merece atenção dos adultos porque costuma afetar mais de uma área da rotina ao mesmo tempo. “Quando o aluno não descansa adequadamente, isso pode aparecer no humor, na convivência e também na forma como ele responde às demandas da escola. Nem sempre o sinal é só cansaço. Muitas vezes, o comportamento é o primeiro alerta”, afirma. Reflexos no aprendizado e na convivência escolar O sono tem relação direta com a memória e com a aprendizagem. Durante o repouso, o cérebro processa e organiza parte do que foi vivido e aprendido ao longo do dia. Quando esse tempo é reduzido ou de má qualidade, o estudante pode ter mais dificuldade para reter conteúdos, compreender explicações e recuperar informações importantes em provas, leituras e atividades. Na prática, isso significa que o aluno pode estudar e, ainda assim, apresentar rendimento abaixo do esperado porque seu organismo não teve tempo suficiente para consolidar o aprendizado. Além disso, o cansaço reduz a capacidade de concentração e pode comprometer a participação em aula, a resolução de problemas e a realização de tarefas que exigem planejamento. O convívio também sofre impacto. Uma criança sonolenta ou irritada pode se envolver com mais frequência em conflitos com colegas, reagir de forma desproporcional a situações simples ou se isolar. Em adolescentes, a privação de sono também pode aumentar a instabilidade emocional e dificultar a organização da rotina, inclusive no cumprimento de horários e responsabilidades. Por isso, olhar para o comportamento escolar sem considerar os hábitos de sono pode levar a interpretações incompletas. Em alguns casos, o problema central não está na falta de interesse ou de esforço, mas em um padrão de descanso que compromete o funcionamento diário. Sinais que família e escola devem observar Alguns indícios ajudam a perceber quando o sono pode estar interferindo na rotina. Dificuldade frequente para acordar, sonolência durante o período escolar, irritação logo pela manhã, queixas constantes de cansaço, falta de atenção e oscilação de humor estão entre os sinais mais comuns. Em crianças menores, também podem surgir agitação excessiva e maior dificuldade para lidar com frustrações. É importante lembrar que nem toda criança que dorme pouco fica quieta e abatida. Algumas reagem com mais inquietação, impulsividade e agitação. Esse ponto merece atenção porque pode gerar confusão na leitura do comportamento. Em vez de parecer cansado, o aluno pode parecer mais acelerado. Cleunice Fernandes destaca que a observação conjunta entre família e escola ajuda a identificar melhor esse quadro. “Quando a escola percebe mudanças de atenção, irritabilidade ou dificuldade para acompanhar a rotina, é importante que isso seja compartilhado com a família. Esse diálogo ajuda a entender se há relação com os horários, com o uso de telas ou com outros hábitos do dia a dia”, explica. Essa troca é importante porque o problema costuma se formar ao longo do tempo. Horários irregulares para dormir, excesso de estímulos à noite, uso de celular perto da hora de deitar e compromissos em excesso podem reduzir o tempo de sono sem que isso seja percebido de imediato. Quantidade de sono e rotina têm peso no dia seguinte A necessidade de sono varia conforme a idade. Crianças em fase escolar precisam, em geral, de mais horas de descanso do que adolescentes, e ambos precisam de regularidade para que o corpo funcione bem. Não se trata apenas de dormir em algum momento do dia, mas de manter uma rotina consistente, com horário adequado para deitar e acordar. Outro ponto importante é a qualidade desse sono. Uma criança pode até passar muitas horas na cama, mas dormir mal por causa de despertares frequentes, ambiente inadequado, ansiedade ou uso de telas até pouco antes de dormir. Nesses casos, o descanso pode não cumprir sua função de recuperação. O impacto aparece cedo no dia seguinte. O aluno pode levantar com dificuldade, chegar à escola já cansado e ter queda de energia nas primeiras aulas. Em períodos mais longos, esse padrão tende a se refletir em comportamento, aprendizado e até na disposição para atividades físicas e sociais. Como os adultos podem agir de forma prática Família e escola têm papéis diferentes, mas complementares. Em casa, a organização da rotina é decisiva. Horários regulares, redução do uso de telas antes de dormir, ambiente mais silencioso e uma sequência noturna mais previsível ajudam o corpo a entender que é hora de desacelerar. Também vale observar o excesso de atividades no fim do dia, que pode prolongar a agitação e atrasar o sono. Na escola, a atenção aos sinais faz diferença. Quando professores e equipe percebem sonolência frequente, irritação constante ou queda importante de atenção, o ideal é registrar essas mudanças e conversar com a família de forma objetiva. Esse cuidado evita julgamentos precipitados e amplia a compreensão sobre o que está acontecendo com o aluno. Quando o problema persiste mesmo com ajustes de rotina, a orientação é buscar avaliação profissional. Distúrbios do sono, dificuldades respiratórias noturnas e outras condições podem exigir investigação específica. Nesses casos, observar o comportamento escolar ajuda a compor um quadro mais claro sobre os efeitos da falta de descanso. Para saber mais sobre sono, visite https://institutoneurosaber.com.br/artigos/a-influencia-do-sono-na-saude-e-aprendizado-das-criancas/ e https://institutoeducarmais.org/rotina-do-sono-das-criancas-qual-a-influencia-no-desempenho-escolar/


Data: 27/03/2026

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Para o cumprimento de uma meta tão arrojada, configuram-se como pilares da instituição: o trabalho colaborativo, a responsabilidade, a inovação tecnológica, o protagonismo, a formação integral e a educação para a cidadania.

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