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Prevenção ao bullying: responsabilidade compartilhada

A prevenção ao bullying exige ações coordenadas entre família e escola, formando uma rede de proteção capaz de identificar, acolher e intervir diante de situações de violência sistemática. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes revelam que um em cada dez estudantes brasileiros já foi vítima de bullying, número que evidencia a urgência de estratégias preventivas eficazes. Essa forma de intimidação repetitiva e intencional causa danos profundos ao desenvolvimento emocional, acadêmico e social de crianças e adolescentes, exigindo vigilância constante e compromisso genuíno de todos os envolvidos na formação dos jovens. O bullying se diferencia de conflitos pontuais pela repetição das agressões, pela intencionalidade de causar sofrimento e pelo desequilíbrio de poder entre agressor e vítima. Enquanto desentendimentos isolados fazem parte do processo de socialização e podem ser resolvidos com mediação pontual, o bullying estabelece padrão de perseguição que mina a autoestima, gera medo constante e isola a vítima do grupo. Reconhecer essa distinção orienta intervenções adequadas e evita tanto a banalização quanto respostas desproporcionais. A escola como ambiente de proteção e formação ética A instituição escolar concentra grande parte dos casos de bullying justamente por ser espaço de convivência intensa entre crianças e adolescentes. Essa mesma característica a coloca como protagonista fundamental na prevenção. Criar cultura institucional de respeito, inclusão e valorização da diversidade reduz significativamente a incidência de violência. Programas de educação socioemocional ensinam os estudantes a reconhecer sentimentos, desenvolver empatia, resolver conflitos de forma construtiva e estabelecer relações saudáveis. Campanhas educativas permanentes mantêm o tema em evidência e demonstram que a escola não tolera práticas violentas. Palestras, debates, produções artísticas, teatro e atividades lúdicas sobre bullying conscientizam sobre as consequências das agressões e estimulam reflexão coletiva. Projetos colaborativos que incentivam trabalho em equipe fortalecem vínculos entre os estudantes e constroem senso de comunidade. "A escola precisa ser espaço onde todas as crianças se sintam seguras para aprender, brincar e desenvolver seu potencial", afirma Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). Para ela, a formação ética dos estudantes acontece tanto nas aulas quanto nas relações cotidianas, exigindo atenção constante de toda a equipe pedagógica. A capacitação de professores e funcionários se mostra essencial. Educadores preparados identificam sinais precoces de bullying, como isolamento progressivo, queda no rendimento escolar, mudanças bruscas de comportamento e recusa em participar de atividades coletivas. A intervenção rápida e adequada impede que o problema se agrave. Protocolos claros de acolhimento da vítima, responsabilização do agressor e comunicação com as famílias devem estar estabelecidos e conhecidos por todos. O papel insubstituível da família Pais e responsáveis exercem função complementar e igualmente crucial na prevenção ao bullying. O diálogo aberto e constante em casa cria condições para que a criança compartilhe experiências difíceis sem medo de julgamento ou punição. Conversas regulares sobre o cotidiano escolar, as amizades, as alegrias e dificuldades geram oportunidades para identificar problemas antes que se agravem. A observação atenta a mudanças comportamentais permite detectar sinais de sofrimento. Recusa em ir à escola, especialmente quando antes havia interesse pelos estudos, representa indicador significativo. Queixas recorrentes de dores de cabeça ou abdominais sem causa médica aparente, alterações no sono, isolamento social, tristeza persistente, irritabilidade incomum e desinteresse por atividades antes prazerosas merecem investigação cuidadosa. O acolhimento familiar fortalece a autoestima e oferece segurança para enfrentar adversidades. Valorizar qualidades da criança, reconhecer seus esforços e demonstrar confiança em suas capacidades constrói resiliência emocional. O exemplo dado pelos adultos em casa também educa. Ambientes familiares pautados por respeito, empatia e resolução pacífica de conflitos ensinam esses valores às crianças, que tendem a reproduzi-los nas relações sociais. Comunicação efetiva entre escola e família A articulação entre escola e família potencializa os esforços de prevenção e intervenção. Reuniões periódicas, além das formais do calendário escolar, mantêm pais informados sobre o desenvolvimento dos filhos e criam oportunidades para troca de informações relevantes. Canais de comunicação ágeis permitem contato imediato quando surgem situações que exigem atenção. Quando há suspeita ou confirmação de bullying, a resposta deve ser conjunta e coordenada. Pais precisam procurar a coordenação pedagógica ou direção, relatar detalhadamente o problema e exigir medidas concretas de proteção da vítima. A escola, por sua vez, deve investigar cuidadosamente os fatos, ouvir todas as partes envolvidas, implementar ações de acompanhamento e manter comunicação transparente com as famílias. A parceria se estende ao acompanhamento dos agressores. Muitas crianças e adolescentes que praticam bullying enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares ou reproduzem violências que vivenciam em casa. Compreender essas motivações não justifica as agressões, mas orienta intervenções mais eficazes. O envolvimento das famílias dos agressores é fundamental para identificar questões subjacentes e buscar apoio adequado. Escuta ativa e acolhimento das vítimas A escuta ativa representa a primeira e mais importante atitude diante da revelação de bullying. Ouvir com atenção plena, sem interrupções, demonstrações de incredulidade ou minimização do sofrimento, valida os sentimentos da vítima e restaura sua confiança. É fundamental deixar claro que a culpa nunca é da vítima, independentemente de suas características ou comportamentos. Elogios sinceros, reconhecimento da coragem demonstrada ao falar e afirmações de que a situação pode ser resolvida ajudam a reconstruir a autoestima abalada. O empoderamento passa por lembrar à criança ou adolescente suas qualidades, conquistas e valor como pessoa. Tanto família quanto escola devem oferecer esse suporte emocional de forma consistente. O acompanhamento psicológico profissional oferece recursos fundamentais para a recuperação. Psicólogos especializados auxiliam no processamento das experiências traumáticas, desenvolvimento de estratégias de enfrentamento, reconstrução da autoestima e fortalecimento de habilidades sociais. A terapia oferece espaço seguro onde sentimentos de raiva, tristeza, vergonha e medo podem ser expressos e elaborados. Estratégias preventivas cotidianas A prevenção mais eficaz acontece nas pequenas ações diárias. Em casa, pais podem promover conversas sobre respeito às diferenças, discutir situações hipotéticas e ensinar formas construtivas de resolver conflitos. Monitorar o uso de tecnologias, orientando sobre comportamento seguro e respeitoso online, previne o cyberbullying. Estabelecer rotinas de diálogo, em que todos compartilham como foi o dia, cria hábito de comunicação aberta. Na escola, professores podem incorporar temas relacionados à convivência, empatia e respeito nas atividades pedagógicas cotidianas. Rodas de conversa, trabalhos em grupo que valorizem a cooperação, projetos que celebrem a diversidade e momentos de reflexão sobre as relações entre os estudantes constroem cultura de paz. A presença atenta de educadores nos intervalos, corredores e momentos de recreação inibe agressões e permite identificar situações problemáticas. Criar canais de denúncia seguros e confidenciais, onde vítimas e testemunhas possam relatar situações de violência sem medo de retaliação, fortalece a rede de proteção. Caixas de sugestões, formulários online anônimos ou conversas reservadas com profissionais de confiança oferecem alternativas para quem não consegue falar abertamente. Consequências do bullying e importância da intervenção precoce O bullying compromete múltiplas dimensões do desenvolvimento. No aspecto emocional, gera baixa autoestima, ansiedade, depressão e, em casos extremos, pensamentos suicidas. No plano acadêmico, reduz a concentração, diminui a motivação para estudar e provoca queda no rendimento escolar. No desenvolvimento social, dificulta a formação de vínculos de confiança e pode gerar comportamento defensivo nas relações. Quando não tratados, os danos acompanham a pessoa por décadas. Adultos que foram vítimas na infância frequentemente relatam dificuldades de autoafirmação, insegurança em contextos sociais e problemas de saúde mental crônicos. A intervenção precoce, combinando acolhimento familiar, suporte escolar e acompanhamento profissional quando necessário, minimiza essas consequências e oferece à vítima condições de se recuperar plenamente. Responsabilização e educação dos agressores Lidar com os agressores requer equilíbrio entre consequências claras pelas ações e oportunidades de reflexão e mudança. Punições severas sem processo educativo podem agravar comportamentos violentos ou criar ressentimento. O ideal é combinar responsabilização com desenvolvimento de empatia, compreensão do sofrimento causado à vítima e reparação do dano. Para saber mais sobre bullying, visite https://www.tuasaude.com/o-que-e-bullying/ e https://vidasaudavel.einstein.br/como-identificar-e-ajudar-uma-vitima-de-bullying-ou-cyberbullying/


Data: 30/01/2026

ENEM e SISU: informação para decidir com segurança

O ENEM é, para muitos estudantes, o primeiro grande desafio acadêmico fora da escola. Ele marca a transição para novas responsabilidades e escolhas. No Colégio Alternativo, o olhar para o ENEM vai além da prova: envolve reflexão, estratégia e autonomia. Com o ENEM 2025 mantendo seu modelo consolidado e o ENEM 2026 trazendo expectativas de continuidade, entender o funcionamento do exame é o primeiro passo para usá-lo a favor do próprio projeto de vida.   O perfil do ENEM e o que ele espera do estudante O ENEM exige postura ativa. As questões pedem análise, comparação de informações e tomada de decisão. Não basta reconhecer fórmulas ou conceitos; é preciso entender como eles se aplicam a situações reais. A prova dialoga com o cotidiano, com temas sociais, científicos e culturais. Isso torna o estudo mais significativo, mas também exige atenção redobrada à leitura e à interpretação. No ENEM 2025, esse perfil ficou claro. Para o ENEM 2026, a expectativa é de aprofundamento dessa abordagem, reforçando a importância de uma formação crítica e interdisciplinar.   Administração do tempo e leitura estratégica Uma boa estratégia durante a prova faz toda a diferença. Ler o comando da questão antes do texto, identificar palavras-chave e eliminar alternativas incoerentes são práticas que ajudam a ganhar tempo e precisão. A redação continua sendo decisiva. Um texto bem estruturado, com argumentos claros e uma proposta de intervenção consistente, pode elevar significativamente a nota final. Treinar a escrita com regularidade é essencial. Para quem já pensa no próximo ano, criar o hábito de leitura e escrita desde agora facilita muito a preparação para o ENEM 2026.   SISU: escolhas conscientes e acompanhamento constante O SISU permite que o estudante utilize sua nota do ENEM para concorrer a vagas em universidades públicas. O sistema funciona por meio de notas de corte, que variam diariamente durante o período de inscrição. A possibilidade de alterar as escolhas exige atenção constante. Mais do que agir por impulso, é importante analisar dados, refletir sobre prioridades e considerar diferentes cenários. A lista de espera é uma etapa que não deve ser ignorada, pois muitos candidatos conseguem a vaga após a chamada regular.   A nota do ENEM como ferramenta de oportunidades O ENEM não se limita ao SISU. Ele também é usado no PROUNI, no FIES e em processos seletivos próprios de faculdades privadas. Em alguns casos, a nota garante bolsas, descontos ou ingresso direto. Para os estudantes do Colégio Alternativo, isso significa autonomia para escolher o caminho que mais combina com seus objetivos. O ENEM deixa de ser apenas uma prova e passa a ser um instrumento de acesso, crescimento e transformação.  


Data: 28/01/2026

Família e escola juntas no desenvolvimento da escrita

O domínio da escrita correta é competência essencial para o sucesso acadêmico e a inserção social plena. No contexto atual, em que a comunicação digital ocupa espaço crescente no cotidiano de crianças e adolescentes, família e escola precisam atuar em conjunto para garantir que os jovens desenvolvam capacidade de transitar entre diferentes registros linguísticos. Abreviações típicas do internetês, como "vc" para "você" ou "pq" para "porque", são práticas comuns nas redes sociais, mas não devem substituir o conhecimento da norma padrão exigida em contextos formais. A popularização de aplicativos de mensagens e redes sociais trouxe nova forma de comunicação marcada pela rapidez e pela informalidade. Crianças em fase de alfabetização e adolescentes em processo de letramento ficam expostos diariamente a palavras escritas de forma abreviada ou com supressão de acentos e pontuação. Essa exposição constante pode interferir na memória visual da grafia correta, criando confusões sobre a forma adequada de escrever. Professores relatam casos de estudantes que inserem expressões típicas da linguagem digital em redações escolares, demonstrando dificuldade em separar contextos de uso. Quando não conseguem distinguir entre escrita informal para conversar com amigos e escrita formal para atividades acadêmicas, comprometem seu desempenho em avaliações e sua capacidade de construir textos claros e adequados. "A questão não é demonizar a linguagem digital, mas ensinar os estudantes a reconhecerem quando cada registro linguístico é apropriado", explica Cleunice Fernandes, coordenadora geral do Colégio Alternativo, de Sinop (MT). Desenvolver essa consciência de adequação é fundamental para que os jovens transitem com segurança entre diferentes situações comunicativas. Leitura como base da escrita Crianças e adolescentes que têm contato regular com textos variados desenvolvem repertório linguístico mais amplo e fixam visualmente a grafia correta das palavras. Ler livros, jornais, revistas, quadrinhos e textos informativos apresenta aos jovens diferentes estruturas textuais, vocabulário diversificado e exemplos práticos de como a língua funciona em seus diversos registros. Famílias que cultivam o hábito da leitura em casa criam ambiente favorável ao desenvolvimento da escrita. Ter livros acessíveis, frequentar bibliotecas, presentear com obras literárias e reservar momentos para leitura compartilhada são práticas que demonstram valor atribuído à palavra escrita. Quando pais leem regularmente, transmitem aos filhos mensagem de que ler é atividade prazerosa e importante. Na escola, trabalhar com gêneros textuais variados amplia a compreensão dos estudantes sobre as múltiplas funções da escrita. Contos, poemas, notícias, artigos de opinião, receitas, instruções e cartas apresentam estruturas diferentes e exigem adequações linguísticas específicas. Essa diversidade ensina que não existe uma única forma de escrever, mas sim usos apropriados para cada situação. Importância da escrita manual Escrever à mão contribui para desenvolvimento cognitivo de forma única. O ato de formar letras manualmente ativa áreas cerebrais relacionadas à memória, concentração e coordenação motora fina. Estudos demonstram que estudantes que escrevem à mão tendem a reter melhor as informações do que aqueles que apenas digitam. A dependência exclusiva da digitação pode prejudicar esse desenvolvimento. Embora teclados e telas sejam ferramentas importantes, não substituem completamente os benefícios da escrita manual. Incentivar que crianças mantenham cadernos, diários, produzam cartas, escrevam listas e façam anotações à mão fortalece conexões neurais importantes para o aprendizado. Famílias podem estimular a escrita manual de maneiras simples no cotidiano. Pedir que a criança escreva a lista de compras, anote recados, registre acontecimentos do dia ou crie histórias em um caderno especial são atividades que tornam a prática natural e prazerosa. Consciência sobre gêneros textuais e contextos Ensinar estudantes a reconhecer diferenças entre uma mensagem no WhatsApp, um e-mail formal, uma redação escolar e uma notícia jornalística desenvolve capacidade de adequação linguística. Cada situação comunicativa exige registro específico, e saber transitar entre eles é habilidade fundamental. Em casa, pais podem aproveitar situações cotidianas para trabalhar essa consciência. Ao escrever um e-mail para a escola, podem mostrar à criança como a linguagem formal difere daquela usada para conversar com amigos. Ao ler notícias juntos, podem apontar características da linguagem jornalística. Essas pequenas intervenções constroem gradualmente compreensão sobre adequação. "Quando trabalhamos a escrita de forma contextualizada, mostrando sua função social em diferentes situações, os estudantes compreendem que dominar a norma culta amplia suas possibilidades de comunicação", destaca Cleunice Fernandes. Na escola, atividades que comparam diferentes registros linguísticos ajudam a tornar explícitas as diferenças. Transformar uma conversa de WhatsApp em texto formal, ou vice-versa, exercita a capacidade de adequação e demonstra concretamente as mudanças necessárias em cada contexto. Revisão e autocorreção Desenvolver o hábito de reler e revisar textos próprios é estratégia poderosa para aprimorar a escrita. Quando estudantes revisam suas produções, identificam erros, percebem inconsistências e desenvolvem olhar crítico sobre o próprio trabalho. Essa prática fortalece autonomia e consciência linguística. Famílias podem incentivar esse hábito pedindo que crianças releiam suas produções escolares antes de entregar, ou que revisem mensagens importantes antes de enviar. Criar ambiente onde erros são vistos como oportunidades de aprendizado, não como fracassos, encoraja tentativas e favorece desenvolvimento. Ferramentas digitais como corretores ortográficos podem ser aliadas quando usadas de forma consciente. Ao invés de simplesmente aceitar sugestões automáticas, estudantes devem ser incentivados a compreender por que determinada grafia está incorreta e qual é a forma adequada. Diálogo e valorização da expressão Crianças que crescem em ambientes onde conversas são valorizadas desenvolvem maior facilidade para organizar ideias e expressá-las por escrito. Diálogos sobre acontecimentos do dia, discussões sobre temas variados, momentos para ouvir histórias e experiências da criança fortalecem habilidades linguísticas que se refletem na escrita. Pais que fazem perguntas abertas, estimulam narrativas e valorizam opiniões dos filhos contribuem para desenvolvimento da capacidade argumentativa e da organização lógica do pensamento. Essas competências são fundamentais para produção de textos coerentes e bem estruturados. Incentivar que crianças contem histórias, descrevam situações, expliquem processos ou defendam pontos de vista oralmente prepara terreno para que façam o mesmo na escrita. A oralidade bem desenvolvida facilita a transição para a expressão escrita. Equilíbrio no uso de tecnologia Estabelecer limites para uso de dispositivos eletrônicos cria espaço para atividades que favorecem a escrita. Tempo excessivo em telas reduz oportunidades para leitura, escrita manual, conversas significativas e brincadeiras criativas que estimulam linguagem. Famílias podem definir horários específicos para uso de celulares e computadores, garantindo que crianças tenham tempo para outras atividades. Criar zonas livres de tecnologia, como durante refeições ou antes de dormir, favorece interações presenciais e momentos de leitura. Quando a tecnologia é utilizada, pode ser direcionada para atividades que apoiam o desenvolvimento da escrita. Aplicativos educativos, jogos de palavras, plataformas de leitura digital e ferramentas de produção textual podem complementar o aprendizado quando usados com orientação adequada. Exemplo e incentivo constante Crianças aprendem observando adultos. Pais que leem, escrevem, valorizam a comunicação clara e demonstram cuidado com a linguagem transmitem esses valores aos filhos. O exemplo cotidiano é forma poderosa de educação que complementa orientações verbais. Celebrar progressos, por menores que sejam, fortalece motivação. Reconhecer quando a criança usa corretamente uma palavra difícil, parabenizar pela organização de um texto ou valorizar o esforço em uma redação constrói autoconfiança e incentiva continuidade. Criar oportunidades para que a escrita tenha função real na vida da criança torna o aprendizado significativo. Escrever convites para festas, bilhetes para familiares, histórias para apresentar a amigos ou textos para publicar em blogs familiares mostra que escrever tem propósito além das atividades escolares. Construindo escritores competentes O desenvolvimento da escrita correta exige parceria consistente entre família e escola. Quando ambas compartilham responsabilidades e trabalham de forma complementar, crianças e adolescentes recebem suporte amplo que favorece aprendizado sólido. Equilibrar respeito pela linguagem digital com valorização da norma culta prepara jovens para transitarem com segurança entre diferentes contextos comunicativos, competência essencial para sucesso acadêmico, profissional e exercício pleno da cidadania. Para saber mais sobre escrita, visite https://folhaextra.com/noticia/31984/especialista-alerta-que-uso-frequente-da-internet-esta-prejudicando-a-escrita-de-criancas-e-adolescentes e https://dialogando.com.br/educacao/internetes-as-delicias-e-desafios-da-escrita-das-redes-sociais-na-educacao/  


Data: 26/01/2026

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